Não diga que entende,
pois você não poderia...
Não diga que entende,
Agridoce
Seja Bem-vindo!
Vícios incontroláveis e pensamentos descontrolados. Não diga que pode entender, pois de fato não poderia. Nem eu entendo...

suicideproblem:

Uma hora você tem que deixar todos os seus medos infantis de lado, tem que passar por cima de todos eles sem ter medo de ser puxado pra baixo. Uma hora ou outra, querendo ou não, você vai ter que ser o primeiro a levantar a mão sem ter medo de que seja o único a fazer isso em meio a uma multidão. Uma hora você vai ter que passar por certos lugares sozinho, e devagar, sem sair correndo com medo ou algo do tipo. É preciso crescer uma hora, é uma cobrança da vida que sempre vai acontecer mais cedo ou mais tarde. E por mais que você ache que nada nunca muda, quando você percebe tudo mudou. Você vê que não é mais o mesmo, que não tem mais a mesmas atitudes, que não gosta mais das mesmas coisas e que já não odeia mais algumas tanto assim. Você aprende a controlar certas coisas, certos medos… Você aprende a sofrer perdas, por mais que você se desabe em dor e desespero. Você começa a entender o porque de nada na vida durar pra sempre […] A vida simplesmente te espanca, te faz olhar pra frente mesmo com a cara toda estourada. E no fim disso tudo, de tanta experiência tanto bizarra como inesquecível… você amadurece. ― (suicideproblem)


suicideproblem:

Observe, eu me machuquei, de novo. De todos os jeitos possíveis, você consegue ver? Observe de novo, olhe nos meus olhos e depois siga olhando pro resto de mim… Você não vê nenhum ferimento, não percebeu nada de diferente? Eu não pareço mais fora de mim? Não pareço ter saído e ter deixado meu corpo apodrecendo de lado? Será que nem isso você consegue ver? Você não se importa, pois é. Tá aí o motivo de tudo ter começado. Eu de um lado, e você do outro, bem distante. Pro mais longe possível que pudesse ser… É sempre assim. Eu pareço atrair esse tipo de sentimento, essa coisa de querer quem eu não posso ter, de querer o que tá fora de alcance. Mas é que às vezes parece tão fácil, tão simples. Confesso, eu chego a acreditar por uns instantes que é possível. Mas a realidade dói né? Cair na realidade dói, esse mar de espinhos infinitos que vem depois do mar de plumas que eu chamo de ilusão. Dói, causa feridas. Você já viu, não viu? É assim que eu estou agora, ferida. Eu cai, eu tive que cair. E você ajudou, porque parecia que desde o começo queria que eu tropeçasse na insegurança pra ir de vez de cabeça e cair no meio desse mar de tortura. E aqui estou eu, sangrando, implorando por um tempo, por um transe que me tire dessa convulsão de informações pra absorver. É muita agonia pedindo pra sair. E eu preciso de uma solução, eu preciso de um remédio. Eu preciso de uma cura pra isso tudo que você começa a ver agora em mim… Os ferimentos. ― (suicideproblem)





suicideproblem:

Ela está sangrando pelos olhos, e seu coração desmanchou-se em cinzas […] E por todo esse tempo ela teve que andar “sozinha”, mesmo tendo tudo, parecia não ter nada. Não foi fácil superar todo aquele temporal sozinha. Sem ninguém que a segurasse quando ela caisse, sem ninguém que estivesse ali acalmando-a nos piores momentos. Todo dia pra ela era o apocalipse. Não se tinha paz, não se tinha luz. Era tudo cercado de apavoro, escuridão e solidão. Solidão! É… Essa palavra foi a única coisa que seguiu acompanhado-a por todo esse tempo. Seus medos triplicaram, sua dor só aumentava e mesmo vazia ela parecia estar carregando toneladas de coisas dentro de si. E não, ela não teve ninguém que a chamasse de “coitada”, não teve ninguém que olhasse pra ela e sentisse pena. Ninguém viu nem de perto e nem de longe tudo o que ela passou. Ninguém sabe da história dessa menina. E é por isso que quase todos ficam abismados quando a ouvem, quando a olham, quando se quer sabem só da metade ou até mesmo de um breve pedaço da sua história. Ficam se perguntando como alguém conseguiu achar tanta força assim, “do nada”. E se ela faz questão de falar de tudo que passou? Não. Nem se quer tenta. Pra ela tanto faz agora. Se ninguém teve interesse por ela antes, não vai ser agora, depois de ter atravessado um mar revolto, que ela vai perder seu tempo tentando fazer alguém manter a atenção em si. Pra ela tanto faz, e é isso. Hoje ela agredece por ter passado tudo sozinha. Porque foi da maneira mais dolorosa que ela conseguiu explodir e fazer com que mais nada pudesse a ferir. ― (suicideproblem)


projetodebarbie:

Ei, menino, se cuida, não bebe demais quando sair a noite, não abusa demais, se cuida, mesmo, de verdade, porque eu me preocupo com você, para de falar com aquelas suas amiguinhas que eu não gosto, elas não querem cuidar de você como eu quero. Quando você se sentir mal, pode vir falar comigo, eu vou parar tudo pra te ver sorrir, porque eu realmente me importo com você, de verdade. (ProjetoDeBarbie)